Bariloche – 2017

Fomos de avião de Buenos Aires até Bariloche.

Ficamos em um hotel até que acessível. O único inconveniente era que para ir ao restaurante em que serviam o café da manhã eles colocavam uma rampa provisória.

Os dias em que ficamos em Bariloche estavam bem frios. Então eu usei o meu saco de dormir para me cobrir. O ruim mesmo era quando chovia. Mas isso não nos impedia de andar na rua.

As calçadas de Bariloche eram bem ruins. Algumas eram estreita, outras tinham a calçada com o chão destruído, e quase nenhuma delas tinha rampa, se tinha, era só de um lado da rua, e do outro não. Outra coisa ruim da cidade eram as ladeiras. Imagina uma calçada ruim em uma ladeira? O meu pai tinha que andar comigo no meio da rua! Isso era bem complicado…

Bariloche tem um centrinho bem legal. Com várias lojas de lembrancinhas, de chocolates e restaurantes. Íamos lá todos os dias. Dava uns 10 minutos de caminhada do nosso hotel.

Boa parte dos restaurantes tinham lance de escadas na entrada. Em alguns casos, pedimos ajuda de turistas para subir a minha cadeira nas escadas, porque havia muitos degraus.

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Em um dos dias, resolvemos fazer um tour com um ônibus de turismo. Por incrível que pareça, dessa vez nós conseguimos fazer o passeio. Ficamos um pouco com medo de acontecer a mesma coisa que aconteceu em Madrid e em Amsterdã, mas tanto o motorista, quanto o guia foram bem atenciosos comigo! Passamos por alguns pontos turísticos de Bariloche como mirantes e lagos, mas eu nem descia do ônibus, porque além de dar trabalho, estava muito frio. Uma das paradas era para subir um teleférico. O guia disse que dava para ir de cadeira de rodas até o topo da montanha, mas era um negócio meio estranho. Era uma “cabine” toda aberta que acho que ia só a minha cadeira, e eu teria que ir em uma outra cabine, então eu fiquei com o meu pai embaixo e a minha mãe e a minha irmã subiram.

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Acho que essa era a suposta cabine em que a minha cadeira subiria pelo teleférico

Em outro dia, o meu pai e a minha irmã foram esquiar, e eu fiquei com a minha mãe na cidade, porque não dava para eu ir na região da montanha. A minha irmã disse que viu um cadeirante lá, mas que era muito difícil de andar de cadeira de rodas, porque o chão não era liso. Então, foi bom eu ter ficado com a minha mãe na cidade.

 

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